Vai construir ou reformar? Especialistas de Jaraguá do Sul apontam 7 erros que podem encarecer a obra
Especialistas da Menegotti, empresa com décadas de experiência na construção civil, apontam os erros mais comuns que podem atrasar uma obra, aumentar os custos e gerar retrabalho.
Especialistas apontam que planejamento e decisões tomadas nas primeiras etapas da construção ajudam a evitar atrasos, retrabalho e custos extras. Foto: Divulgação
Construir ou reformar está entre os maiores investimentos da vida de muitas famílias; é o resultado de anos de planejamento, economia e expectativa. Mas quem já passou por uma obra sabe que, entre o projeto e a entrega das chaves, existe uma jornada cheia de decisões que podem fazer toda a diferença no resultado final.
Atrasos, gastos inesperados, retrabalho e problemas que poderiam ter sido evitados fazem parte dos relatos de quem já construiu ou reformou. Embora cada obra seja única, muitos desses desafios se repetem com frequência.
Depois de mais de oito décadas desenvolvendo equipamentos para a construção civil e acompanhando diariamente a rotina de canteiros de obras em todo o país, a equipe técnica da Menegotti observa que grande parte desses problemas acontece nas mesmas etapas. Conhecer esses pontos antes de iniciar uma construção pode representar economia, mais segurança e menos dores de cabeça.
Confira os sete desafios que merecem atenção antes mesmo do primeiro tijolo.
1. Uma boa obra começa antes da fundação
Quando se pensa em construir, a imagem mais comum é a de paredes subindo rapidamente. Mas a qualidade de uma obra começa muito antes disso.
A preparação do terreno costuma ser uma das etapas mais subestimadas. Um solo mal compactado pode provocar desníveis, retrabalho e comprometer estruturas ao longo do tempo.
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Segundo a equipe técnica da Menegotti, investir tempo na preparação da base é uma das decisões que mais influenciam a durabilidade da construção. Por isso, equipamentos como compactadores são utilizados para garantir estabilidade antes do início das próximas etapas.

2. Planejamento evita desperdício de tempo e dinheiro
É comum que o orçamento de uma obra considere materiais e mão de obra, mas esqueça de prever equipamentos, logística e a sequência correta dos serviços.
O resultado costuma aparecer durante a execução: equipes paradas, compras emergenciais e mudanças de planejamento que elevam os custos.
Para os especialistas da Menegotti, boa parte dos atrasos acontece porque a obra começa antes que todas as etapas estejam organizadas. Definir processos e contar com os equipamentos adequados desde o início ajuda a manter o cronograma e reduz improvisos.
3. Produzir concreto é apenas uma das etapas da obra
As tradicionais betoneiras fazem parte da paisagem da construção civil brasileira há décadas. Mas preparar concreto representa apenas uma pequena parte de todo o processo.
Depois dessa etapa surgem novos desafios: nivelar pisos, cortar revestimentos, perfurar estruturas, instalar acabamentos e realizar pequenos ajustes que exigem precisão.
Segundo a equipe técnica da Menegotti, é justamente nessa fase que muitos profissionais percebem a importância de utilizar ferramentas específicas para cada atividade. Furadeiras, parafusadeiras, serras, martelos rompedores, alisadoras de concreto e cortadores de piso ajudam a manter produtividade, qualidade e segurança durante a execução.

4. Trabalhar em altura exige planejamento, não improviso
À medida que uma construção ganha altura, os riscos também aumentam.
Serviços em fachadas, pintura, acabamento externo e manutenção exigem estruturas adequadas para garantir segurança aos trabalhadores.
Os especialistas da Menegotti explicam que equipamentos como balancins fazem parte desse planejamento e permitem que diferentes atividades sejam executadas com estabilidade e dentro das exigências técnicas de cada obra.

5. Quando falta energia, o cronograma para junto
Nem sempre a rede elétrica está disponível onde uma obra acontece.
Em áreas rurais, loteamentos em expansão ou construções mais afastadas dos centros urbanos, a ausência de energia pode interromper completamente os trabalhos.
Segundo a equipe técnica da Menegotti, geradores são utilizados justamente para manter ferramentas e equipamentos funcionando nesses cenários, evitando paralisações que impactam diretamente o prazo da obra.

6. Depois da obra, começa outro desafio: movimentar materiais
Muita gente acredita que os desafios terminam quando a construção fica pronta.
Na prática, empresas, indústrias e centros logísticos enfrentam diariamente outra necessidade importante: movimentar cargas com segurança e eficiência.
É por isso que soluções como paleteiras e empilhadeiras fazem parte da rotina de diversos segmentos, facilitando operações internas e reduzindo o esforço físico das equipes.

7. Cada etapa da obra exige uma solução diferente
Talvez o maior erro de quem constrói seja acreditar que existe um único equipamento capaz de atender toda a obra. Na prática, cada fase apresenta necessidades específicas.
É justamente essa realidade que a Menegotti acompanha há décadas. Conhecida nacionalmente pelas betoneiras, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos observando as demandas que surgiam nos canteiros de obras. Hoje, seu portfólio reúne soluções que acompanham praticamente toda a jornada da construção, desde a preparação do terreno até o acabamento, além de atender operações de logística, indústria e geração de energia.
Além de ampliar a linha de produtos, essa evolução reflete o aprendizado acumulado ao lado de quem constrói todos os dias.



Como isso impacta sua vida?
Construir ou reformar continua sendo um dos maiores investimentos da vida de muitas famílias. Conhecer os desafios mais comuns antes de iniciar a obra ajuda a evitar desperdícios, reduzir imprevistos e tomar decisões mais conscientes em cada etapa do projeto.
Na avaliação dos especialistas da Menegotti, a diferença entre uma obra tranquila e uma sequência de problemas raramente está em um único fator. Ela costuma ser resultado de planejamento, experiência e da escolha das soluções mais adequadas para cada fase. É justamente essa vivência de décadas ao lado da construção civil que permitiu à empresa desenvolver tecnologias que hoje acompanham muito mais do que a mistura do concreto: acompanham toda a jornada de quem transforma um projeto em realidade.
